RESENHA POLITICA- Hospital João Paulo II permanece enfrentando problemas históricos e é o pior das capitais no Brasil
Matérias recentes publicadas pelo Portal Madeira, mostram escândalos políticos e em matéria do jornal O Globo postada hoje mostrou que Rondônia têm serviço público de Saúde e Proteção Social abaixo da média nacional, sendo o penúltimo com a pior nota entre as capitais brasileiras

RESENHA POLITICA-POR ROBSON OLIVEIRA DO JORNAL PORTAL MADEIRA:

CONFIRA A MATÉRIA DO JORNAL O GLOBO NOTICIADA NESTE SÁBADO, 04 DE JULHO DE 2026 ÀS 03H30 DA MADRUGADA COM, O TÍTULO: Capitais brasileiras têm serviço público de Saúde e Proteção Social abaixo da média nacional, diz estudo; veja o ranking:
Um levantamento divulgado nesta sexta-feira aponta que nenhuma das 26 capitais brasileiras supera a média dos municípios do país na prestação de serviços públicos das áreas da Saúde e Proteção Social. O estudo feito pela organização Agenda Pública não analisou o Distrito Federal.

O levantamento avalia a qualidade da entrega dos serviços públicos a partir de 47 variáveis oficiais, distribuídas em oito dimensões: Educação, Saúde, Proteção Social, Meio Ambiente, Infraestrutura, Desenvolvimento Econômico, Gestão e Mobilidade.
Na categoria Saúde, o ranking é liderado por Florianópolis, Palmas, Teresina, Boa Vista e Vitória. As cinco piores capitais, por sua vez, foram: Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Belém, Maceió. Com os melhores resultados no quesito, Florianópolis marcou 0,625 — em uma escala que vai de 0 a 1 —, classificado como “médio-alto”.
A média nacional foi de 0,723. Para o levantamento, foram considerados indicadores como mortalidade prematura por doenças crônicas, cobertura vacinal, gastos per capita em saúde, taxa de mortalidade infantil, subnutrição e obesidade infantil.
Na categoria Proteção Social, por sua vez, foram levados em consideração dados de proporção de pessoas em situação de pobreza, Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) por mil habitantes e taxa de famílias com renda per capita de até meio salário mínimo com cadastro atualizado no Cadastro Único. A média nacional nesta categoria é de 0,702.
A capital com os melhores números neste quesito é Palmas, seguido de Florianópolis, Curitiba, Campo Grande e Cuiabá. No final do ranking estão Belém, Fortaleza, Salvador e Recife.
No ranking geral, que leva em conta todas categorias, Curitiba é a capital na faixa mais alta de qualidade, com nota 0,704. Na sequência aparecem Florianópolis, Vitória, São Paulo e Cuiabá. A maior parte das capitais ficou entre 0,500 e 0,688.
A Agenda Pública destaca que a pesquisa “revela contrastes importantes entre riqueza econômica e qualidade dos serviços públicos”. Apesar de liderar o país em PIB, São Paulo aparece em 4° lugar no ranking geral e tem a menor proporção de CRAS por 100 mil habitantes entre as capitais. Florianópolis, por outro lado, aparece em 2° lugar no ranking, apesar de ter uma economia menor que Curitiba e Porto Alegre.
Outro destaque do estudo é o caso da Amazônia Legal. A análise das nove capitais da região, que inclui todos os estados do Norte, além do Mato Grosso e Maranhão, mostra que elas também estão abaixo da média nacional, sendo que no Norte, o pior hospital com nota 0,407 continua sendo o Hospital Estadual João Paulo II, que continua sendo precário e de péssima qualidade ao ser adminstrado pelo Governo de Marcos Rocha, atual governador de Rondônia.
Veja abaixo o ranking nacional das capitais:
- Média Brasil: 0,491
- Curitiba; 0,704
- Florianópolis; 0,688
- Vitória; 0,674
- São Paulo; 0,624
- Cuiabá; 0,571
- Palmas; 0,568
- Belo Horizonte; 0,565
- Porto Alegre; 0,561
- Aracaju; 0,548
- Goiânia; 0,548
- Rio de Janeiro; 0,542
- Teresina; 0,528
- Campo Grande; 0,514
- Manaus; 0,512
- Recife; 0,505
- Boa Vista; 0,500
- Fortaleza; 0,497
- Rio Branco; 0,490
- João Pessoa; 0,484
- Natal; 0,476
- São Luís; 0,463
- Salvador; 0,455
- Macapá; 0,437
- Maceió; 0,426
- Porto Velho; 0,407
- Belém; 0,392
POR ROTA POLICIAL NEWS: Não bastasse a nota péssima e inificiente no João Paulo II, na última sexta-feira, 03 de Julho d 2026, a SESAU tentou tomar de uma vez por toda o Hospital Regional de Vilhena/RO, o que gerou grande polêmica com ações da Polícia Militar e de duas esferas da Justiça que terminaram por retirar à SESAU e a empresa por eles contratada para invadir o HRV do local neste sãbado, 04 de Julho.
O Hospital João Paulo II vem tendo péssimas notas e é foi considerado o pior hospital do Brasil em 2011 e conforme matéria postada pelo Domingo Espetacular em 14 de Julho de 2024 demonstrou que nada havia mudado e que a situação só vinha se agravando.
E COMO VAI FICAR SE O HRV FICAR SOB A TUTELA DO ESTADO OU SEM REPASSES CONFORME AMEAÇOU O SECRETÁRIO DE ESTADO E SAÚDE DE RONDÎNIA NESTE SÁBADO?
A situação da saúde no Estado de Rondônia já é uma vergonha nacional e caso o Hospital Regional de Vilhena (HRV) seja realmente assumido pela gestão estadual o caos vivido no João Paulo II em Porto Velho pode ser o mesmo que passará a ser vivido na maior cidade do Cone Sul.
Enquanto segue com repassasses da Prefeitura de Vilhena e do próprio Estado de Rondônia, sob a administração da Santa Casa de Misericórdia Chavantes a saúde melhorou muito, apesar de ainda existirem reclamações, o que se é normal em hospitais públicos.
Há denúncias de atrasos de salários e faltas de medicamentos mas tais fatos seguem sendo avaliados pela Justiça de Rondônia. Mas o que realmente é temido pela população quanto ao empasse e toda essa situação é a de como a saúde poderá ficar nos próximos dias ou meses, afinal, quem sempre acaba prejudicado é o povo.
Hoje, segundo portais de notícias locais como o Folha do Sul On-Line, após a Justiça determinar a saída imediata da SESAU até que o caso seja discutido em novas audiências, atendendo medida de tutela de urgência, o secretário da pasta no estado teria ameaçado à prefeitura de Vilhena afirmando que, caso a substituição fosse impedida, o que ocorreu hoje, o Estado poderia devolver ao Município a responsabilidade pela gestão da unidade e interromper os repasses financeiros destinados ao hospital.
Prefeito critica possibilidade de suspensão dos repasses
Após a divulgação das liminares, o prefeito de Vilhena, Delegado Flori, voltou a defender que qualquer mudança na administração do Hospital Regional ocorra de forma planejada, preservando a continuidade dos atendimentos.
Segundo Flori, a maior preocupação é garantir uma transição segura, sem comprometer o atendimento à população.
Ao tomar conhecimento da possibilidade de o Governo suspender os repasses financeiros destinados à manutenção dos serviços de saúde, o prefeito criticou duramente a medida e resumiu sua reação em uma frase:
“São uns inconsequentes.”
Próximos passos
Com as decisões liminares do Tribunal de Justiça e do Tribunal de Contas, a determinação de desocupação do Hospital Regional fica suspensa até nova deliberação judicial e administrativa.
A tendência, conforme os desdobramentos do caso, é que eventual escolha de uma nova organização social para administrar o Hospital Regional, a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e o Instituto do Rim ocorra por meio de procedimento administrativo regular, como chamamento público, garantindo ampla concorrência e observância das normas legais.
Enquanto isso, a Santa Casa de Misericórdia de Chavantes permanece na administração das unidades de saúde, e o caso continua sendo acompanhado pelo Poder Judiciário, Tribunal de Contas, Ministério Público e pelos órgãos estaduais e municipais envolvidos.
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Matéria de 2024 no Domingo Espetacular quanto ao Hospital João Paulo II:
Matéria da tentativa do Governo Marcos Rocha de invadir e assumir o Hospital Regional de Vilhena no “supetão” na última sexta-feira:
Matéria deste sábado, das deliberações da Justiça de Rondônia, concedendo as tutelas de urgência em favor da prefeitura e da Santa Casa de Misericórdia:
Fontes: Portal Madeira, Rota Policial News, O GLOBO, Folha do Sul On-Line, Domingo Espetacular, G1 Rondônia e Tudo Rondônia




































