Policial

Cadeirante baleado em Vilhena é identificado pela polícia

Rapaz continua internado

O cadeirante David Andrade, de 32 anos, baleado na cabeça por volta das 12:00hs desta sexta-feira, 30, na varanda da residência onde mora, na rua Pernambuco, Setor 19, em Vilhena, cumpria prisão provisória domiciliar.

Segundo informações levantadas pela reportagem, David, que aguarda julgamento por suspeita em envolvimento com tráfico de drogas, conseguiu na justiça o benefício de cumprir a prisão preventiva em casa através de monitoramento por tornozeleira eletrônica, por necessitar de cuidados especiais por vários problemas de saúde e fisiológicos oriundos da situação de cadeirante.

Porém, hoje, dois indivíduos desconhecidos chegaram ao local em um veículo Gol de cor branca e um deles desferiu um único disparo de arma de fogo contra a cabeça de David.

A bala atingiu o rosto da vítima, que está passando por cirurgia no Hospital Regional de Vilhena, para onde foi levado.

Ainda com vida, mas em estado grave, David foi socorrido ao Hospital Regional por uma unidade de resgate do Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar realiza diligências em busca da localização dos infratores.

Até o momento não se tem informações sobre a identidade dos responsáveis pelo atentado e nem a motivação do crime.

Homem de 32 anos tem o mesmo nome e sobrenome da vítima de 2016

O cadeirante David Andrade Ramos, de 32 anos, baleado no rosto nesta manhã de sexta-feira, 30, em Vilhena, pode ser o mesmo que foi vítima de um crime idêntico ocorrido em 2016, na cidade de Ji-Paraná.

No dia 20 de dezembro de 2016, um jovem com o mesmo nome e sobrenome foi vítima de um atentado, quando foi baleado na cabeça e na região do abdômen dentro de uma residência localizada na rua Abunã, bairro União II, no 2º Distrito de Ji-Paraná.

Na ocasião, a vítima foi socorrida por uma unidade de resgate do Corpo de Bombeiros em estado grave, como aconteceu hoje (CONFIRA AQUI), mas sobreviveu ao ataque.

Apesar de atualmente estar residindo e Vilhena, David pode ser o mesmo e ter ficado paraplégico devido ao primeiro atentado.

A direção da Colônia Penal de Vilhena não soube precisar se as duas vítimas se tratam da mesma pessoa, mas afirmou que a mãe de David sempre mantém contato com a unidade para informar sobre as necessidades de deslocamento do preso para tratamento de saúde e ela de fato não reside no município.

 

Fonte: Folha do Sul Online / Rota Policial News

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