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Time de Muay Thai volta pra Vilhena com duas vitórias e “sangue no olho” pra novos desafios

Paulo Roberto não conseguiu o cinturão pelo qual lutava: “Falta pouco pra trazê-lo pra casa”

A equipe Thai Fighters, de Muay Thai, de Vilhena deixou o campeonato Muay Thai Super Fight, realizado neste final de semana, em Muriaé (MG) com ótimos resultados.

O atleta Paulo Roberto Novais, que disputou o cinturão da categoria 67kg perdeu nos pontos. Os juízes levaram em consideração o maior uso de chutes por parte do seu adversário, o atleta Marco Pakorn, da equipe Shark Muaythai de Juiz de Fora (MG).

Ainda assim, o nível do combate foi altíssimo tendo em vista o domínio das técnicas por parte dos dois adversários.

Elizer de Jesus foi o campeão da categoria 80kg. Fazendo-se tecnicamente superior ao seu oponente, Eder Assis da equipe Quintas do sol, de Viçosa (MG), ele se destacou na luta principalmente pelo uso de joelhadas. Elizer lutou por 5 rounds seguidos até deixar o ringue com a vitória.

O atleta Vinícius Santana venceu por WO. Seu adversário, Davi Silva, da Escola Nak Muay de Itaperuna (RJ), desistiu um dia antes da lutas, e a organização do evento não conseguiu providenciar adversário substituto.

O treinador da equipe, o instrutor Anderson Martins, comemorou o resultado, mesmo não conseguindo garantir o cinturão pelo qual trabalhou para conquistar.

“Na nossa equipe costumamos dizer que não existe derrota e sim aprendizado. Independentemente dos resultados, os atletas seguem focados em próximas competições. Os treinos serão intensificados visando melhorar e corrigir alguns detalhes na parte técnica”, relatou.

O grupo já deixou Vilhena com algumas vitórias. Primeiro foi a difícil barreira pela busca de patrocínio; segundo é a distância. Os três lutadores viajaram por 26 horas até chegarem em Muriaé, cidade sede do evento.

Para conhecer de perto a cultura do Muay Thai em Vilhena, basta ir à academia que funciona na Avenida Pedro Álvares Cabral, número 5444, no bairro 5º BEC, ou agendando pelo telefone (69) 9  8418-3980.

Fonte: Gazeta Amazônica

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