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Mulheres filmam homem ser torturado e decapitado em Rondônia em guerra de facções e polícia prende suspeitos

Os acusados do bárbaro crimes são integrantes da facção criminosa denominada de Primeiro Comando do Panda (PCP)

Lucas F. P.,25 anos, Robson D., 25 anos, Nilton S. S., 30 anos, Ericlépton S. S., 31 anos, Marco Antônio S. R.,22 anos, Felipe M. N., 23 anos, Jasmin P. O., 18 anos, Izabel S. N., 27 anos, Lucas A. D., 18 anos, e uma adolescente de 17 anos, foram presos na madrugada desta quarta-feira (24), apontados como os autores da morte de Rubem Ariel da Silva Souza, membro do Comando Vermelho (CV).

A cabeça da vítima foi decapitada e as agressões até a morte foram filmadas. Os acusados do bárbaro crimes são integrantes da facção criminosa denominada de Primeiro Comando do Panda (PCP).

Os policiais chegaram ao local após denúncias de moradores e apuraram que os criminosos conseguiram atrair a vítima, que morava no residencial Orgulho do Madeira, em Porto Velho (RO), para o residencial Morar Melhor dizendo para o jovem que ele iria manter relações sexuais com uma mulher. Rubem era integrante da facção criminosa Comando Vermelho.

Sem suspeitar de nada, o jovem se deslocou para o Morar Melhor em um carro de aplicativo. Chegando ao local, ele foi rendido e torturado em um dos apartamentos, onde tudo foi filmado pelos assassinos.

As mulheres presas e a adolescente apreendida, segundo depoimento dos presos, orientavam como deveria ser feito o ritual da morte, de acordo com a Polícia.

Após ser torturado, Rubens foi levado até um matagal que fica nos fundos do residencial, foi morto e teve a cabeça arrancada do corpo.

A Polícia suspeita que o crime possa ter sido uma represália ao ataque a tiros ocorrido na segunda-feira (22). Todos os criminosos foram localizados, presos e encaminhados para a Central de Flagrantes. Com eles, os policiais encontraram armas e drogas.

O celular da adolescente detida e que continha vídeos das agressões e morte, foi apreendido e as imagens apresentadas por ela mesma.

De acordo com a ocorrência, seriam as mulheres que orientavam como seria o ritual antes da execução: filmar, fazer a vítima clamar por sua vida e entregar comparsas, além disso as mulheres ajudavam a fazer levantamento de rivais para serem alvos futuros.

O vídeo é brutal e repulsivo, com grande emprego de violência a vítima e está circulando nas redes sociais do estado. Porém, não será postado pela reportagem devido ao conteúdo repugnante.

 

Fonte: Rondônia Agora / Rota Policial News

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