Policial

Contadora registra BO na Polícia Civil e aciona PF após nome da filha de 18 anos aparecer em “lista negra” do auxílio emergencial

Benefício em nome da estudante foi sacada por outra pessoa, que teria roubado seus dados

Em companhia da filha, a estudante Ana Clara Silva Werneck, de 18 anos, a contabilista Marisa Silva Werneck, 48, visitou a redação do jornal na noite de ontem, quando falou dos transtornos que vem enfrentando em virtude da divulgação de uma lista com os nomes de pessoas que supostamente teriam recebido indevidamente o auxílio emergencial do governo federal.

Acompanhada da advogada Izabela Mendes, Marisa registrou queixa na Polícia Civil e também esteve na Polícia Federal cobrando providência quanto ao caso.

A contadora garante que sua filha não se cadastrou para receber o benefício e, portanto, ela e a jovem são vítimas.

Marisa esclareceu que só ficou sabendo dos saques em nome da filha quando vazou uma lista com as identidades de 16 pessoas que supostamente teriam recebido os R$ 600 e até R$ 1.200 sem necessidade.

. A partir daí, ela resolveu acionar as duas polícias, isso depois de constatar que os saques foram feitos por uma pessoa que roubou os dados de sua filha. O autor do golpe poderá ser rastreado através do e-mail que usou para fazer a inscrição.

Na Polícia Civil, mãe e filha registraram queixa por calúnia (contra Ana Clara) e por difamação (em relação a Marisa).

As duas prometem levar à justiça tanto a pessoa que elaborou a lista quanto as que compartilharam em grupos no WhatsApp e nas redes sociais. “Eles serão responsabilizados civil e criminalmente”, disse a advogada que acompanha o caso.

Na Polícia Federal, o pedido das duas denunciantes é para que os responsáveis pelos dois saques (cada um de R$ 600) sejam identificados, de forma a acabar com as especulações e, principalmente, com os constrangimentos gerados a partir de uma informação incorreta que viralizou no mundo virtual.

PROFESSORA
Uma professora, que também teve o nome mencionado junto com o do marido na tal lista, é outra que já acionou a polícia, para que a origem do material, e os compartilhamentos dele sejam identificados.

Fonte: Folha do Sul

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