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Acadêmicos de curso de Jornalismo da UNIR, que foi transferido de Vilhena para capital cobram respostas do Governo Federal

Alunos cobram por uma definição mais ágil do Governo Federal para prosseguir em sua formação. O curso foi transferido de Vilhena para a Capital em 2019

Acadêmicos das turmas de Jornalismo da Universidade Federal de Rondônia (UNIR), campus Porto Velho/RO, estão se mobilizando para cobrar celeridade do Governo Federal e do Congresso Nacional para que agilizem uma definição para a greve que movimenta professores e técnicos na luta por melhorias salariais e de condições de trabalho.

O curso de Jornalismo foi transferido de Vilhena para Porto Velho em 2019 e em fevereiro de 2020 abriu a sua primeira turma de jornalismo no campus Porto Velho, com mais de 40 alunos.

As aulas tiveram início em meio da pandemia da covid-19, ainda de forma remota. Ao longo do tempo foi voltando ao normal.

Muitos alunos já estão no processo de colação de grau e outros no processo de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e a greve causa  frustração de muitos, que buscam a formação na universidade federal.

Por enquanto, os professores alegaram aos alunos que só conseguiram promessas para os anos seguintes e nada em 2024. Para encerrar as greves que já duram cerca de um mês, o presidente Lula, do PT, pretende assinar o reajuste nos salários dos professores de universidades e institutos federais na próxima segunda-feira, 27 de Maio.

De acordo com o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (AnNDES-SN), professores de 53 instituições federais de ensino estão em greve, com a previsão de adesão de mais duas instituições nos próximos dias.

Em proposta apresentada na Mesa Específica e Temporária da Educação, coordenada pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), com participação do Ministério da Educação (MEC) e representantes dos docentes, o reajuste não será unitário e vai variar de 13,3% a 31%.

O governo aposta no aumento dos benefícios dos servidores do Executivo federal que vigora a partir deste mês de maio.

O auxílio-alimentação subiu de R$ 658 para R$ 1 mil (51,9%); o auxílio-saúde, de R$ 144 para R$ 215 (49,30%); e o auxílio-creche, de R$ 321 para R$ 484,90 (50,7%). Os recursos para esses reajustes estão reservados no Orçamento de 2024.

Texto: Estudantes de Jornalismo da Universidade Federal de Rondônia (UNIR), Campus Porto Velho, com informações de O Globo

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