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Aluno que matou professora dentro de faculdade em Porto Velho alega que a executou por não aceitar término de relação

Aluno disse à polícia que faca usada para matar professora em faculdade de Porto Velho foi dada por ela. Professora foi atingida por golpes de faca na região torácica, com duas perfurações nos seios. Ela havia entregado a faca ao suspeito no dia anterior, junto com um doce de amendoim.

A professora de Direito Juliana Mattos de Lima Santiago, de 41 anos, foi morta com a própria faca, segundo relato do autor do crime à polícia, o aluno João Júnior de Oliveira, de 24 anos.

Ele contou à polícia que, um dia antes, Juliana havia lhe presenteado com um doce de amendoim dentro de uma vasilha, acompanhado da faca; a mesma que utilizou para atacá-la na noite de sexta-feira, 06 de Fevereiro de 2026, dentro da faculdade FIMCA de Porto Velho.

De acordo com o registro policial, a professora foi atingida por golpes de faca na região torácica, com duas perfurações nos seios, além de uma laceração no braço direito. A arma foi encontrada na sala de aula e apreendida pela polícia.

Juliana chegou a ser filmada ainda com vida, cercada por alunos. Ela foi socorrida, mas morreu antes de chegar ao pronto-socorro do Hospital João Paulo II.

Em relato à polícia, João alegou que manteve um relacionamento amoroso com a vítima e ficou “emocionalmente abalado” ao perceber o afastamento dela e ao descobrir que ela havia retomado contato com o ex-companheiro. A versão é investigada pela Polícia Civil.

O boletim de ocorrência narra que o homem esperou estar sozinho com Juliana em uma sala de aula para discutir o relacionamento, mas disse ter sido “tomado por intensa raiva”, momento em que a atacou com diversas facadas e tentou fugir.

João foi contido por um aluno que também é policial militar. A testemunha relatou que estava em uma sala ao lado quando ouviu gritos e cadeiras sendo quebradas. Ao sair, viu a professora ferida e o suspeito tentando escapar. Ele perseguiu o autor, conseguiu imobilizá-lo e deu voz de prisão.

Segundo a Polícia Militar, a forma como o suspeito agiu indica que o crime foi premeditado. Ele foi preso em flagrante. Na delegacia, a defesa dele optou não se pronunciar.

A Polícia Civil investiga o caso como feminicídio ou homicídio qualificado, já que também houve a informação de que o real motivo sseria o fato dele ter sido reprovado no semestre passado pela professora Juliana.

De acordo com a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), os celulares estão sendo analisados e testemunhas serão ouvidas. Se confirmada uma das tipificaçõs, João pode pegar de 12 à 30 anos de reclusão.

Juliana Santiago teve atuação profissional também em Vilhena (RO) e era reconhecida pela dedicação ao ensino e ao serviço público. Sua morte reacende o debate sobre a segurança no ambiente acadêmico e a proteção de professores e educadores.

🖤 NOTA DE PESAR – ROTA POLICIAL NEWS

Com profunda tristeza e indignação, o Rota Policial News lamenta a morte de Juliana Santiago, professora de Direito e servidora pública, que teve sua vida interrompida de forma brutal em Porto Velho.

Juliana dedicou sua trajetória à educação e ao serviço público. Atuou também em Vilhena (RO), deixando sua marca de profissionalismo, compromisso e humanidade. O que mais causa dor é saber que ela saiu de casa para exercer sua missão de ensinar e não voltou.

Nos solidarizamos com familiares, amigos, colegas e alunos neste momento de luto. Que Deus conforte os corações e que a memória de Juliana seja respeitada.

Que sua morte não seja apenas mais um número, mas um clamor por justiça e por mais segurança para professores, educadores e servidores públicos.

🕊️ Descanse em paz, Juliana Santiago.

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Texto: G1 Rondonia

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