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Professora e policial que já atuou em Vilhena é morta por aluno em faculdade de Porto Velho

Crime ocorreu dentro de sala de aula; vítima já havia atuado em Vilhena (RO) e caso é investigado como homicídio qualificado

Uma professora do curso de Direito, identificada como Juliana Santiago, morreu na noite desta sexta-feira, 06 de Fevereiro, após ser atacada por um aluno dentro de uma sala de aula do Centro Universitário Aparício Carvalho (FIMCA), instituição particular localizada em Porto Velho (RO).

De acordo com a própria faculdade, o autor do ataque é João Junior, aluno da instituição.

O crime aconteceu durante o período de aulas e causou pânico entre estudantes e funcionários.

Pessoas que estavam no local conseguiram conter o agressor até a chegada da polícia. Ele foi preso em flagrante e encaminhado à Central de Polícia.

Juliana chegou a ser socorrida e levada ao Hospital João Paulo II, porém não resistiu aos ferimentos e foi a óbito.

O motivo do crime ainda não foi oficialmente divulgado pelas autoridades, mas a princípio, ele a matou por ela ter o reprovado no último semestre.

A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar as circunstâncias do ataque. O caso é tratado, inicialmente, como homicídio, podendo ser enquadrado como homicídio qualificado, conforme o avanço das investigações.

Se confirmada essa tipificação, a pena prevista pelo Código Penal Brasileiro pode variar de 12 a 30 anos de prisão.

Juliana Santiago teve atuação profissional também em Vilhena (RO) e era reconhecida pela dedicação ao ensino e ao serviço público. Sua morte reacende o debate sobre a segurança no ambiente acadêmico e a proteção de professores e educadores.

🖤 NOTA DE PESAR – ROTA POLICIAL NEWS

Com profunda tristeza e indignação, o Rota Policial News lamenta a morte de Juliana Santiago, professora de Direito e servidora pública, que teve sua vida interrompida de forma brutal em Porto Velho.

Juliana dedicou sua trajetória à educação e ao serviço público. Atuou também em Vilhena (RO), deixando sua marca de profissionalismo, compromisso e humanidade. O que mais causa dor é saber que ela saiu de casa para exercer sua missão de ensinar e não voltou.

Nos solidarizamos com familiares, amigos, colegas e alunos neste momento de luto. Que Deus conforte os corações e que a memória de Juliana seja respeitada.

Que sua morte não seja apenas mais um número, mas um clamor por justiça e por mais segurança para professores, educadores e servidores públicos.

🕊️ Descanse em paz, Juliana Santiago.

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